
www.moviesonline.ca
Como sou uma apaixonada pelo pintor fui ver o filme.
Óptima fotografia, cenários fantásticos, figurinos deslumbrantes...só isso impediu que me ferrasse a dormir.
Que estopada!
segunda-feira, agosto 07, 2006
Klimt
sexta-feira, agosto 04, 2006
"Oh tempo, volta p'ra trás..."
quinta-feira, julho 27, 2006
Festival Músicas do Mundo, Sines
terça-feira, julho 25, 2006
Comunicado
Dada a avalanche de comentários bacterianos que minou o blog no passado dia 22 vejo-me na contingência de ter de passar a usar máscara antes que alguma doença ruím se instale.
Todos os comentários oriundos de seres inteligentes continuam a ser bem-vindos.
Peço desculpa pelo incómodo.
A gerência
segunda-feira, julho 24, 2006
sexta-feira, julho 21, 2006
O meu amor
"O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada
[...]
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz"
Chico Buarque
Hoje, vá-se lá saber porquê (!), acordei com esta música na cabeça...
A Mulher-Seta
Caranguejos

Bicharocos intrigantes estes...
Ou gosto mesmo muito deles ou só quero que se enfiem na areia!
Caranguejo e Escorpião
"O escorpião providenciará a ousadia de que o caranguejo não é capaz, mas inveja. O caranguejo fornecerá ao escorpião aquela retaguarda que ele, bom escorpionino, cobiça em segredo. O encontro deste par de duras carapaças será repleto de ternura e paixão. Sensibilidades complementares, intuições agudíssimas, noites memoráveis. Eles são daqueles que se entendem sem ter mesmo que trocar um olhar. Agora, se se desentenderem, o caranguejo vai sumir de casa, mas se esforçará para dar a impressão de que foi posto na rua, de modo brutal, por aquele animal sem coração, o escorpião.
Até mesmo o destemido escorpião precisa de um lar, e qualquer caranguejo, mesmo os mochileiros, são o lar sob-medida para um escorpionino. Excelente combinação: ambos adivinham que por dentro de suas carapaças há dois seres radicalmente sensíveis. Compreensão e empatia à primeira vista."
É uma hipótese...
quinta-feira, julho 20, 2006
Vida de Arquitecto
O Arquitecto não tem minutos, tem cotas.
O Arquitecto não tem horas, tem pormenores.
O Arquitecto não tem semanas, tem áreas significativas.
O Arquitecto não tem meses, tem escalas.
O Arquitecto não tem estações, tem estudos prévios, licenciamentos, projectos de execução.
O Arquitecto não tem anos, tem projectos.
Conclusão inevitável:
O Arquitecto não tem vida, tem obra.
quarta-feira, julho 19, 2006
Wake up and smell the coffee!

Yoshitaka Amano
Às vezes sinto-me como se tivesse acordado de um sono de cem anos, qual Bela Adormecida. Mas depois da parte do prícipe.
Uma pessoa adormece e acorda cem anos depois.
Não lhe bastava aquilo que já tinha deixado por fazer, soma-se tudo o que lhe passou ao lado enquanto dormia e impedindo-a de perceber o que a rodeia.
Absorve o que a rodeia.
E espanta-se!
E ri-se!
E assusta-se...
Acho que percebi porque é que ela só acorda com o príncipe ao lado.
Já lhe bastava tudo o resto para ter com que se (pre)ocupar.
terça-feira, julho 18, 2006
"Wellcome to the suck"

Quando o médio oriente se torna cada vez mais quente voltamos à guerra do Golfo, que não deixa de ser a mesma.
E que guerra é esta? E o que é a guerra?
Como vai uma pessoa para esta ou outra guerra?
O que acontece quando uma pessoa vai para uma guerra?
E como fica? E como volta?
Porque a guerra é feita por pessoas...
Este não é um filme de guerra.
É um filme sobre alguém que vai para a uma guerra que não se sabe para onde vai.
"Jarhead", de Sam Mendes.
Para pensar. Sobre as guerras.
Enquanto o médio oriente se torna cada vez mais quente.
À falta de "sete palmos de terra" as segundas-feiras voltam a ser dia de filme!
segunda-feira, julho 17, 2006
"Ecce Homo"

Cravos - Pina Bausch
Desbaratamos deuses, procurando
Um que nos satisfaça ou justifique.
Desbaratamos esperança, imaginando
Uma causa maior que nos explique.
Pensando nos secamos e perdemos
Esta força selvagem e secreta,
Esta semente agreste que trazemos
E gera heróis e homens e poetas.
Pois Deuses somos nós. Deuses do fogo
Malhando-nos a carne, até que em brasa
Nossos sexos furiosos se confundam,
Nossos corpos pensantes se entrelacem
E sangue, raiva, desespero ou asa,
Os filhos que tivermos forem nossos.
José Carlos Ary dos Santos
Cravos que fui (e vou) encontrando na net


Ilustração de António Pimentel
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Público, 20.08.2004
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à posteriori
(por razões que não vêm ao caso)
grande loja do queijo limiano
em portalegre cidade
acrescente1ponto
a voz portalegrense
íntima parte
Sábado, 15.07.06 - o calor
O piquenique na praia estava marcado para as quatro mas foi sucessivamente adiado para hora menos perigosa.
Nós, como resolvemos confundir Fonte da Telha com o Meco, só chegámos a Fonte da Telha às oito.
Largámos as toalhas, tirámos a roupa e corremos para o mar.
Ficámos na água até o sol tocar o mar.
Comemos ao som dos tambores até as estrelas encherem o céu.
Passeámos os pés pela água morna até a praia ficar deserta.
Deixámo-nos cair na areia até cairmos de cansanço.
Sexta-feira, 14.07.06 - o calor
Seriam cerca das onze da noite, quando chegámos ao miradouro da Sra. do Monte na esperança de encontrar uma aragem que fosse.
Encontrámos os miradouro cheio como não estamos habituados.
Como ninguém está habituado a que o miradouro esteja cheio todos se comportavam como se não estivesse.
Viam-se então os mesmos pares olhando romanticamente a paisagem, ainda que não tão próximos como se estivesse frio.
Viam-se então os mesmos grupos com uma luzinha cintilante saltitando de pessoa em pessoa.
Como ninguém está habituado a estas temperaturas o miradouro fazia concorrência à esplanada da Graça.
Do lado de lá da guarda, onde deveria haver flores, um casal montou a sua própria esplanada.
Seriam cerca das onze da noite, quando chegámos ao miradouro da Sra. do Monte.
Sentados em cadeiras desdobráveis o casal bebia vinho em copos de balão gozando a aragem.
quinta-feira, julho 13, 2006
Julho

http://www.lancejordan.co.uk
Julho é o sétimo mês do ano no Calendário Gregoriano, tendo a duração de 31 dias. Julho deve o seu nome ao ditador romano Júlio César, sendo antes chamado Quintilis em latim, dado que era o quinto mês do Calendário Romano, que começava em Março. Também recebeu esse nome por ser o mês em que César nasceu.
Julho começa (astrologicamente) com o Sol no signo de Câncer (Caranguejo) e termina no signo de Leão. Astronomicamente falando, o Sol começa na constelação de Gemini (Gêmeos/Gémeos) e termina na constelação de Cancer.
No roda do ano pagã julho termina Lughnasadh ou próximo dela no hemisfério norte e no Imbolc ou próximo dele no hemisfério sul. [...]"
Cada ano que passa mais me convenço que Julho é o mês que mais custa a passar.
O calor a que damos as boas vindas em Junho e que gozamos na praia em Agosto torna-se insuportável em Julho.
Em Julho o trabalho torna-se insuportável.
Em Julho a cidade torna-se insuportável.
Em Julho as pessoas tornam-se insuportáveis.
Não percebo porque é o mês de Caranguejo se todos já só olham em frente.
Não percebo porque é que não tem apenas 28 dias, passava Fevereiro a ter 31.
Não percebo porque é que se insiste tentar fazer alguma coisa de útil com este mês.
Não percebo porque é que não se tem férias a partir de determinada temperatura.
No Brasil, Julho também é uma abreviação para Júlio César Petterman Evangelista, que pode ser usado como adjetivo no sentido pejorativo, sendo semelhante (porém mais poderoso) a adjetivos como 'Idiota', 'Imbecil', 'Anta', 'Mula', entre outros.
pt.wikipedia.org
E nem imaginam os brasileiros como ficam os portugueses em Julho...
Não há paciência que aguente um mês assim!
Não há paciência que se aguente a um mês assim!
quarta-feira, julho 12, 2006
Lisboa by night

www.pbase.com/diasdosreis/downtown
Saimos de Santos às sete e meia e vamos beber qualquer coisa ao Jardim do Tabaco.
À beira rio, decidimos ir jantar à Casa do Algarve, no Chiado.
Bebemos vinho, sentados junto à janela, com vista para o Tejo e a Sé sobre o Terreiro do Paço.
Atrás de nós começam a cantar fado em voz tremida, como convém ao quadro tipicamente lisboeta.
O sol pôs-se entretanto. Acendem velas.
De volta à outra colina refrescamos-nos com a vista da Sra. do Monte.
O dia ainda é o mesmo quando chegamos a casa.
Como seria ouvir fado quando ainda não havia iluminação eléctrica nem carros a cortar o sofrimento feito canção?






